Laman

Sunday, August 18, 2013


Depois de séculos, estas Ilhas acolhem o desabrochar do que em 1 de Fevereiro de 1091 foi iniciado a sementeira da preciosa semente. João José Dias, entre muitos outros patriarcas portaram-na, guardaram-na com as suas próprias vidas para em meio a intemperes e desafios titanicos semearem o que somente 1012 anos veio a apontar.

Não aponto o homem em si como o Autor desta  façanha,  mas honro o que lhe é devido e prezo no que é veraz, não menciono toda essa celebração como aquele que exalta a majestosidade da estrutura organizacional da instituição eclesiástica, como alguns até podem indagar, mas falamos do que foi gasto, doado no tempo, do esperado na aridez da nossa própria história, dos patriarcas, daqueles que a nós nos portaram a preciosa semente gemendo e chorando, aos que da nuvem de testemunha acompanham a nossa corrida, e na minha cosmovisão entendendo como ser dotado da capacidade facultativa de que muitos desejaram ver esses dias, mas não o puderam. O sonho Áfricano. Cabo-verdiano se cumpriu, deu-se á luz a primeira acção nacional que se ecoou aonde era praticamente imaginado, para não dizer, quase que proibido.

Foi erguido a bandeira da liberdade, de justiça, para todos os Cabo-verdianos, ´´...para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar.´´- Disse certa vez Pedro, o Apóstolo. Tudo isso, se for vista com uma visão parcial, denominacional, partidária, com certeza é errónea e descabida, esta é na verdade a verdade da nossa história que se formos bem criteriosos indagaremos toda a questão em explanação, como sábios. Todos nós deveríamos antes de mais, cogitar, porque que só agora veio a nascer uma iniciativa dessa tamanha vitalidade, o que tem nos impedido todos esses séculos, e nos encerado em uma posição não beneficente para o Reino e pela Verdade?

Todos tem direito de comentarem a despeito e enriquecer-nos  


The New Era of The Lamb