Laman

Saturday, February 1, 2014


Fiquei perplexo diante do artigo que abaixo expus, pela simples razão de ele ser exposto pela própria Presidente da Comissão Internacional dos Cidadãos Para os Direitos Humanos, Jan Eastgate, e recomendo a todos que venham usufruir dos relatos contundes embora por outro lado serem fétidos obras da cognominada pseudo-ciência ( Psiquiatria) vem trilhando sorrateiramente no seio da nossa lida quotidiana como que todos fossemos uns meros fantoches, hipnotizados e telecomandados pelo engano do marketing da ditadura psiquiátrica que tem alastrado em todas as esferas da nossa geração.
Atenciosamente, vos convido caros leitores a implícita escrita da referida e brava senhora:
'' Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?
A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.
Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “... em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”
A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.
Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.
Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.
Sinceramente,

Jan Eastgate,
Presidente,
Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

The New Era of The Lamb