O ETNOCENTRISMO ESPIRITUAL
O etnocentrismo espiritual é o espirito maligno que possuí como base de actuação a teoria e prática fundamentada na crença na superioridade das «raças».
Politicamente pratica-se em alguns países ou tribos essa concepção negativa que condena qualquer união com pessoas de «raças» consideradas inferiores e impede que as pessoas desse grupo tenha contacto com determinados posições sociais, evidenciando uma verdadeira segregação.
Os antropólogos definem o etnocentrismo como o estimulante negativo que leva a estereótipos, a imagens a priori, a preconceitos sobre os outros povos ou etnias, á xenofobia. Estudos mostram que ele é o um dos factores da incompreensão e dos conflitos entre as sociedades.
Na vasta sociedade global, a contemporânea, onde se faz presente numerosos grupos diferentes e uma diversidade de povos, segundo os entendidos nota-se frequentemente fenómenos de etnocentrismo, engodados por diferenças económicas e de estilos de vida. Desta feita, vê-se numa mesma civilização a manifestação de preconceitos de classes, de profissão, de «raças», de religião que se exprimem em acções particularistas.
O etnocentrismo instiga, naturalmente, o racismo, que foi uma das causas do surgimento do apartheid na África do Sul e as lutas raciais nos Estados Unidos e ao redor da terra.
Todos esses factos históricos e comtemporaneos são oriundos do interior do homem. Daí jorra o que possivelmente servirá de vida ou morte á humanidade. Quando Cristo esteve entre os mortais, certa vez ao ensinar aos judeus sobre os sinais da sua segunda vinda e ao fim da era presente para dar lugar ao inicio de uma outra, Ele disse: “ Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino,...” Mt 24.7, que no original grego esse verso carrega de um significado ainda mais esclarecedor quando deparamos com a frase “etnos” contra “etnos” ou seja etnias, grupos raciais, tribos...etc
Em nós ainda reside essa problemática mesmo tendo em vigência a inaudito «Declaração da UNESCO sobre a raça e os preconceitos raciais» - Paris, Agosto de 1977, donde extraímos as seguintes passagens:
O etnocentrismo espiritual é o espirito maligno que possuí como base de actuação a teoria e prática fundamentada na crença na superioridade das «raças».
Politicamente pratica-se em alguns países ou tribos essa concepção negativa que condena qualquer união com pessoas de «raças» consideradas inferiores e impede que as pessoas desse grupo tenha contacto com determinados posições sociais, evidenciando uma verdadeira segregação.
Os antropólogos definem o etnocentrismo como o estimulante negativo que leva a estereótipos, a imagens a priori, a preconceitos sobre os outros povos ou etnias, á xenofobia. Estudos mostram que ele é o um dos factores da incompreensão e dos conflitos entre as sociedades.
Na vasta sociedade global, a contemporânea, onde se faz presente numerosos grupos diferentes e uma diversidade de povos, segundo os entendidos nota-se frequentemente fenómenos de etnocentrismo, engodados por diferenças económicas e de estilos de vida. Desta feita, vê-se numa mesma civilização a manifestação de preconceitos de classes, de profissão, de «raças», de religião que se exprimem em acções particularistas.
O etnocentrismo instiga, naturalmente, o racismo, que foi uma das causas do surgimento do apartheid na África do Sul e as lutas raciais nos Estados Unidos e ao redor da terra.
Todos esses factos históricos e comtemporaneos são oriundos do interior do homem. Daí jorra o que possivelmente servirá de vida ou morte á humanidade. Quando Cristo esteve entre os mortais, certa vez ao ensinar aos judeus sobre os sinais da sua segunda vinda e ao fim da era presente para dar lugar ao inicio de uma outra, Ele disse: “ Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino,...” Mt 24.7, que no original grego esse verso carrega de um significado ainda mais esclarecedor quando deparamos com a frase “etnos” contra “etnos” ou seja etnias, grupos raciais, tribos...etc
Em nós ainda reside essa problemática mesmo tendo em vigência a inaudito «Declaração da UNESCO sobre a raça e os preconceitos raciais» - Paris, Agosto de 1977, donde extraímos as seguintes passagens:
Artigo 1.º
1) Todos os homens pertencem á mesma espécie e têm a mesma origem. Todos fazem parte integrante da humanidade.
2) A identidade da origem não afecta em nada...
O aparecimento de grupos de violências e sectários nas nossas sociedades especialmente na camada da adolescência e da juventude se deve também ao culto dessa ideia enganosa e traiçoeira que vem desestabilizando toda a estrutura social e de certa forma tem acrescido em certo grau a pandemia dos “tugs”, que também hoje já são o novo espaço educativo e cultural da sociedade contemporânea e que tem dominado e moldado não só os neófitos que são deixados á deriva pelos pais, mas também de certa forma as várias frentes sociais, políticas, religiosas, académicas da nossa época. Se a convivência entre os povos e a integração de culturas são elementos dinamizadores essenciais para uma maior aproximidade humana, e na definição do indivíduo Então estamos observando passivamente a transformação dos nossos filhos, famílias, valores, e organizações segundo os moldes dessa nova onda caótica e xenofobia caso não haja uma mudança de atitude da parte de todos os que ainda permanecem intactos diante dessa doença violenta. Pois, a nossa inactividade, mudez e insensibilidade nos tem levado a cada a conviver, a interagir e aceitar paulatinamente e animosamente o que no principio nos fora detestável e indecoroso ao nível dos padrões básicos da boa conduta, ético e moral da vida.
Nas orlas da denominada “educada e cívica e da alta sociedade” o etnocentrismo também se vê fluviosamente como nas outras camadas sociais, porém, nesta a forma de actuação desse mal é adornada por vestes exteriores que camuflaram o sentido maléfico desse espírito, em outros casos quase cegam á vista dos ensoberbados e incautos que é vista como menos violenta e desastrosa o seu impacto funesto contra as nossas vidas, que na verdade é um sério engano a considerar também como daqueles que achamos serem graves e perigosas. Nesta camada ludibriada pela ostentação da riqueza e dos posses materiais e não discernindo a matéria da essência da nossa humanidade, verifica-se que, se o indívidou apresenta certas características físicas, tais como a cor da pele, a fisionomia facial e uma conformação corporal particulares, é visto como diferente e objecto de determinados tratos.
E engana-se pensando que na orla religiosa não existe a presença de tal fenómeno, infelizmente essa forma horrenda de vida também esta coabitando no seio do corpo de Cristo. A Igreja, a casa ás nações, não tem considerado o facto de que todos aqueles que estão abaixo da sombra do Calvário e nós, somos um, fazem parte integrante da grande família universal de Cristo; a identidade da nossa origem religiosa, doutrinária afecta em muito “a faculdade de que os seres humanos têm de viver diferentemente, nem o direito de os homens e os grupos humanos serem diferentes, de se conservarem diferentes e de serem percebidos como tal.” Não se tem hoje em nós a probalidade de que as teorias e modos de vida nossas são falsas contrarias as regras morais e cristocentricas, e nessa prática criminalista achamos que estamos saindo impunes já que a UNESCO e as outras entidades competentes não nos tem feito umas visitas inspeccionais rotineiros. Evidentemente alguém venha advogar-se dizendo que não existe tal existência maligna no meio da Igreja. Entretanto, a inclinação partidária denominacional e religiosa destes lhes envereda pela via nebulosa da razão caída e cega que longe esta das Palavras do próprio SENHOR a cabeça da Igreja, que há muito a todos assegurou que vinha inevitavelmente esse gigantesco escândalo. ( continua...)




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