Nenhum Exame Cerebral de Doenças Mental

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Continuamos com a saga psiquiatríca.

Os psiquiatras afirmam que os exames ao cérebro mostram as mudanças do cérebro que “provam” que os distúrbios mentais, como esquizofrenia e depressão, são devidos a alterações físicas no cérebro. Não há nenhuma evidência científica que prove isto: continuam a existir “letras pequenas” nos estudos que dizem: “sugere”, “poderá” e “espera–se”.

“Está sem dúvida estabelecido que as drogas usadas para tratar um distúrbi mental, por exemplo, poderão induzir alterações bioquímicas e até estruturais de longa duração [incluindo no cérebro], que no passado se afirmou serem a causa do distúrbio, mas que poderão na verdade ser um efeito do tratamento.” — Dr. Elliot Valenstein, biopsicólogo, autor, Blaming the Brain (Responsabilizando o Cérebro)

“A alegação da psiquiatria que as doenças mentais são doenças do cérebro é uma afirmação supostamente baseada em descobertas recentes da neurociência, tornadas possível através de técnicas de imagem [cerebral] para diagnóstico e agentes farmacológicos para o tratamento. Isto não é verdade.” — Dr.Thomas Szasz, Professor Emérito de Piquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova Iorque, Syracuse

“Há uma preocupação crescente entre a comunidade científica de que os desenvolvimentos neurocientíficos não revelam nada sobre a natureza dos distúrbios psiquiátricos...” — Dr. David Healy, psiquiatra, diretor do Departamento de Medicina Psicológica do País de Gales do Norte

Psiquiatria Admite que não Tem Curas

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Por: Ângelo dos Anjos.

     Há muito tempo que eu deveria expor isso. Contudo esperava eu o tempo luz para comunicar a nossa verídica posição em relação a essa temática conflituosa por excelência devido aos interesses englobados nela.

   Para um profissional da área, ou amigos e familiares destes e até um político que tenha tendeciosamente algum vínculo com a psiquiatria, pode parecer que estamos em pé de guerra contra a própria instituição e destruindo a própria profissão psiquiátrica.

   Aos incautos ou aqueles que de uma forma directa ou indirectamente viram as suas vidas envolvidas com um caso envolvente á margem da profissão mencionada e que não possuem uma clareza a respeito do assunto á nível global, sim, para tais, nós somos como aqueles que vem roubar a sua paz, mesmo que ilusória e momentânea, contudo para ele, o melhor dele é o que ele tem carregado há anos.

     Queremos declarar aqui, que a nossa pretensão não alarmar a população em mero uma guerra, está é uma visão distorcida do que realmente o que emana na nossa alma. Em todo nosso labor, não pretendemos ser uma ameaça constante aos indivíduos mencionados acima, nem tão pouco usurpar algum estado de alguém, a nossa motivação é de cunho judicial e filantrópico, queremos juntos com o nosso parceiro a CCDHI, fomentar em cada sociedade sobre a terrível realidade que se tem corróido e dizimado de forma sub-tendida gerações e em especial a nossa sociedade, alertando sofre as farsas e as medidas perigosas que se tem posto em acção á décadas pelos homens que sem escrúpulos e sanidade para que nós fossemos uma mera pedra de mais um jogo sujo em busca do preenchimento da fome pelo poder e pela glória decadente efémera.

Dados outorgados pela CCDHI falam por si, é só averiguarmos-los imparcialmente conforme está implícito nas imagens e explanações que se seguem:  


 
Em 1963, o “National Institute of Mental Health” (Instituto Nacional de Saúde Mental) dos EUA implementou programas comunitários de saúde mental. Em 1994, o programa gastou 47.000 milhões de dólares e foi claramente um fracasso — com clínicas associadas a tornarem–se pouco mais do que traficantes de drogas legalizadas para os sem–abrigo.


1.      “Nós não sabemos as causas [de qualquer doença mental]. Ainda não temos forma de ‘curar’ estas doenças.” — Dr. Rex Cowdry, psiquiatra e diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH), 1995


2.     “A época em que os psiquiatras consideraram que poderiam curar os doentes mentais já era. No futuro as pessoas mentalmente doentes terão de viver com a sua doença.” — Normam Satorius, presidente da Associação Psiquiátrica Mundial em 1994


3.     “O que é uma cura?... é só que isso é um termo que não usamos na profissão médica [psiquiátrica].” — Dr. Joseph Johnson, psiquiatra da Califórnia durante um depoimento em tribunal, 2003


4.     Os psiquiatras foram questionados sobre as suas “fantasias” acerca da sua prática. A fantasia número 1 era: 1: “... eu vou ser capaz de ‘curar’ o paciente.” A fantasia número 2 era: “O paciente quer saber qual é o seu problema.” — Dr. Sander Berger, professor clínico associado de psiquiatria na Universidade Estatal de Michigan, Psychiatric Times, 1998
 

Sublinho que, todos essas informações estão disponíveis ao público em geral no site da para todos aqueles que desejam demonstrar ao mundo o amor não fingido, revestido somente pela aparência religiosa e moral, e no entanto quanto ao conteúdo é vazio e cheio de peçonha mortal, pensando que a piedade é mais um meio egocêntrico de atingirmos as nossas fétidas ambições egoístas. 

Aquele que diz que, é em nome do verdaeiro amor que emrega toda a sua energia e habilidade, deve demostrar não meramente em palavras, porém de facto e de verdade.
Se existe u temo em que a humanidade almejou desesperadamente encontrar com a pura liberdade, eis a nossa porta, porém, o que vindes realizar em razão do clamor dos injustiçados e usados como cobaias nas mãos dos senhores endeusados como sábios e iluminados? A nossa resposta é a nossa franca posição de que lado escolhemos lutar, e com quais armas optamos utilizar na batalha do amor.


Reabilitação Fraudulenta: Embuste de Medicamentos da Psiquiatria

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INTRODUÇÃO

Que esperança existe?
Seria uma coisa boa uma cura universal comprovada para a toxicodependência? E é possível?
Primeiro, vamos definir claramente o que se entende por “cura”. Para o indivíduo uma cura significa uma ausência completa e permanente de qualquer desejo irresistível, físico ou mental, necessidade ou compulsão para consumir drogas. Para a sociedade isso significa a recuperação do dependente como um membro honesto, ético, produtivo e bem–sucedido. Em 1970, a primeira pergunta teria parecido um pouco estranha, se não fosse absurda.


“Claro, seria algo bom!” e “Você está a brincar?” seriam respostas comuns.
Hoje, no entanto, as respostas são consideravelmente diferentes. Um dependente de drogas pode responder: “Olha, não me fales de cura. Eu tentei todos os programas e não há. Nenhum deles funciona.” Ou, “Você não pode curar a hereditariedade, o meu pai era alcoólico”. Um leigo poderia dizer: “Eles já curaram isso; metadona, não é?” Ou, “Eles descobriram que é uma doença cerebral incurável, sabes, como diabetes, não pode ser curado”. Ou ainda, “A ciência descobriu que não se pode ajudar, é algo que tem a ver com um desequilíbrio químico no cérebro.”


A ausência da palavra seria muito visível, mesmo a ideia de cura, quer seja entre os toxicodependentes, ou para as famílias dos toxicodependentes, funcionários do governo, meios de comunicação ou qualquer outro lugar.

No seu lugar, são palavras como doença, doença crónica, gestão, manutenção, redução e recaída. Os toxicodependentes em reabilitação são ensinados a se referir a si mesmos como “em recuperação”, nunca “curado”. Declarado de diversas formas, o consenso implícito que foi criado é que a toxicodependência é algo incurável, e um toxicodependente vai ter de aprender a viver ou morrer com isso.

Toda a esperança está perdida?
Antes de considerar esta questão, é muito importante entender uma coisa sobre a reabilitação das drogas hoje. A nossa esperança de uma cura de desintoxicação de drogas não foi perdida, e foi sepultada por uma avalanche de informações falsas e falsas soluções.
Em primeiro lugar, considere a propagação de drogas psiquiátricas a longo prazo como “inofensivas”:
  • Na década de 60, os psiquiatras fizeram do LSD não só aceitável, mas uma “aventura” para dezenas de milhares de estudantes universitários, promovendo o falso conceito de melhorar a vida através de drogas “recreativas” alteradoras da mente.
  • Em 1967, os psiquiatras dos EUA reuniram–se para discutir o papel das drogas no ano de 2000. O influente psiquiatra de Nova Iorque, Nathan Kline, que atuou nas comissões para o Instituto Nacional de Saúde Mental nos EUA e Organização Mundial da Saúde declarou: “Em princípio, não vejo que as drogas são mais anormais do que a leitura, música, arte, yoga, ou vinte outras coisas, se você toma um ponto de vista amplo.”
  • Em 1973, o psiquiatra da Universidade da Califórnia, Louis J. West, escreveu: “Na verdade, um debate poderá em breve ser intenso entre alguns cientistas clínicos sobre a questão de se o apego ao estado da mente sem drogas é ou não uma posição antiquada para que qualquer pessoa — seja médico ou paciente — mantenha.”
  • Na década de 80, o especialista em drogas psiquiátricas da Califórnia, Ronald K. Siegel, fez a afirmação ultrajante que ser drogado é uma “necessidade básica humana”, um “quarto impulso” da mesma natureza, como sexo, fome e sede.
  • Em 1980, um estudo detalhado no Textbook of Psychiatry (Livro da Psiquiatria) afirmou que: “tomada mais de duas ou três vezes por semana, a cocaína não cria problemas sérios.”
  • Segundo o chefe do escritório da Drug Enforcement Administration, em Connecticut, a falsa crença de que a cocaína não era viciante contribuiu para o aumento dramático na sua utilização em 1980.
  • Em 2003, Charles Grob, diretor de psiquiatria infantil e juvenil na Universidade da Califórnia, Centro Médico Harbor acreditava que o ecstasy (droga alucinogénica de rua) foi potencialmente “bom medicamento” para o tratamento de alcoolismo e a toxicodependência.
Hoje, as agências reguladoras de medicamentos em todo o mundo aprovam testes clínicos para o uso de drogas alucinogénicas para lidar com qualquer coisa, desde ansiedade a alcoolismo, apesar de as drogas serem conhecidas por causar psicose.

O fracasso da guerra contra as drogas é em grande parte devido à falta de parar um dos traficantes mais perigosos de todos os tempos: o psiquiatra. A triste ironia é que ele também se estabeleceu em posições que lhe permitem controlar o campo da reabilitação de drogas, mesmo que ele não possa mostrar os resultados para os mil milhões concedidos pelos governos e legisladores. Governos, grupos, famílias e indivíduos que continuam a aceitar as suas informações falsas e técnicas de reabilitação de drogas, o fazem por sua conta e risco. As probabilidades opressivamente preveem que eles vão falhar em todos os aspectos.

A toxicodependência não é uma doença. As soluções reais existem.
Esclarecer as informações falsas da psiquiatria sobre as drogas e a dependência não é apenas uma parte fundamental de renovar a esperança, é o primeiro passo para alcançar a reabilitação da droga real.


Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente
Comissão dos Cidadãos
para os Direitos Humanos Internacional

Fraude Massiva: Indústria Corrupta da Psiquiatria

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INTRODUÇÃO

Por décadas, psiquiatras e psicólogos têm reinvindicado um monopólio sobre o campo da saúde mental. Governos e empresas de seguros privados de saúde têm–lhes fornecido milhares de milhões de dólares a cada ano para tratar a “doença mental”, apenas para enfrentar as procuras da indústria por fundos para melhorar o suposto, até mesmo pior, estado de saúde mental. Nenhuma outra indústria pode–se dar ao luxo de falhar constantemente e esperar obter mais financiamento.
Uma parte significativa das dotações e reembolsos de seguros foi perdida devido à fraude financeira na indústria da saúde mental, um problema internacional com custo estimado superior a cem mil milhões de dólares a cada ano.
  • Os Estados Unidos perdem cerca de 100 mil milhões de dólares (€ 81,5 mil milhões) com a fraude dos cuidados de saúde a cada ano. Até 20 mil milhões de dólares (€ 15,7 mil milhões) disso é devido a práticas fraudulentas no sector da saúde mental.
  • Um dos maiores processos fraudulentos dos cuidados de saúde na história dos EUA foi na área da saúde mental, e ainda é o menor sector dentro da área da saúde.
  • Um estudo nos EUA das fraudes dos seguros de Medicaid e Medicare, especialmente em Nova Iorque, durante um período de 20 anos, mostrou que a psiquiatria têm os piores registos de controlo de todas as disciplinas médicas.
  • A Alemanha relata que cerca de mil milhões de dólares (€ 807 milhões) são defraudados a cada ano.
  • Na Austrália, a fraude dos cuidados de saúde e pacientes que recebem tratamentos além do necessário têm custado aos contribuintes até 330 milhões de dólares (€ 226 milhões) por ano.
  • Em Ontário, no Canadá, o psicoterapeuta Michael Bogart foi condenado a 18 meses de prisão por fraudar o governo em quase 1 milhão de dólares (€ 815.993), o maior caso de fraude médica na história da província.
Mark Schiller, Presidente da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, admitiu: “Tenho visto frequentemente psiquiatras diagnosticarem pacientes com uma série de diagnósticos psiquiátricos que não são justificados, para obter [seguro] reembolsos.”

No entanto, os organismos de filiação de psiquiatras e psicólogos não policiam esta criminalidade. Pelo contrário, como ex–presidente da Associação Psiquiátrica Americana (APA), Paul Fink, arrogantemente admitiu: “É tarefa da APA proteger o poder aquisitivo dos psiquiatras.”
O monopólio da saúde mental tem praticamente zero responsabilidade pelos seus fracassos. Isto permitiu aos psiquiatras e psicólogos a cometer muito mais do que somente fraude financeira. A lista de crimes cometidos por esses “profissionais” varia de fraudes, delitos de drogas, estupro e abuso sexual até molestamento infantil, agressão, homicídio e assassínio.

O objectivo principal do tratamento de saúde mental deve ser os cuidados terapêuticos e de tratamento das pessoas que estão a sofrer de distúrbios emocionais. Nunca deve ser para o ganho financeiro ou pessoal do praticante. Aquelas pessoas que sofrem estão inevitavelmente vulneráveis e impressionadas. O tratamento adequado exige, portanto, o maior nível de confiabilidade e integridade do praticante.

Como a experiência tem mostrado que há muitos profissionais de saúde mental criminosos, a Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos desenvolveu um banco de dados em www.psychcrime.org que lista muitas das pessoas na indústria da saúde mental que foram condenadas e presas.

Criada em resposta ao elevado número de profissionais condenados de saúde mental, que continuam a procurar emprego na indústria da saúde mental, um dos seus principais objectivos é informar as pessoas sobre os antecedentes dos indivíduos.

Não há lugar para intenção ou ação penal no campo da saúde mental. A CCHR trabalha com outros para assegurar que esta norma seja respeitada.

Esta informação é apresentada como um serviço público para as agências de aplicação da lei, os investigadores da fraude de cuidados de saúde, as agências policiais internacionais, os conselhos de licença médica e psicológica e ao público em geral com a finalidade de pôr fim ao abuso psiquiátrico criminoso no sistema de saúde mental.
Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente,
Comissão dos Cidadãos
para os Direitos Humanos Internacional

Distúrbios Inventados: Para Lucrar com as Drogas

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INTRODUÇÃO

Você já ouviu falar dos seguintes transtornos mentais: transtorno da leitura, distúrbio do comportamento disruptivo, transtorno da expressão escrita, transtorno da matemática, transtorno causado por intoxicação por cafeína, transtorno de abstinência da nicotina, transtorno de abandono do tratamento”, ou “transtorno de abuso físico infantil” e “transtorno de abuso sexual infantil”?
Estes são alguns dos 374 transtornos mentais que estão listados no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da Associação Psiquiátrica Americana (APA) ou na secção de transtornos mentais da Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde.

Descritos como ferramentas de diagnóstico, o DSM e o CID não são só usados para diagnosticar distúrbios mentais e emocionais e prescrever “tratamentos”, mas também para resolver as batalhas de custódia infantil, casos de discriminação baseados na alegada incapacidade psiquiátrica, para aumentar a intensidade dos testemunhos em tribunal, modificar a educação e muito mais. Na verdade, sempre que um parecer psiquiátrico é pedido ou oferecido, o DSM ou a CID são apresentados e, cada vez mais aceites como a palavra final sobre a sanidade mental, loucura e as chamadas doenças mentais.



A psicóloga canadiana Tana Dineen relata: “Ao contrário dos diagnósticos médicos que comunicam uma causa provável, tratamento apropriado e também prognósticos, os transtornos listados no DSM–IV (e CID–10) são termos a que se chegou através de consenso entre semelhantes” — literalmente, um voto pelos membros do comité da APA — e desenvolvido amplamente para propósitos lucrativos.


O processo da “ciência por voto” é tão surpreendente para um leigo como é para outros profissionais de saúde, que tenham testemunhado reuniões voto do DSM. “Os transtornos mentais são estabelecidos sem base e procedimento científicos”, disse um psicólogo que assistiu às audiências do DSM. “O baixo nível de esforço intelectual foi chocante. Os diagnósticos foram desenvolvidos pela maioria dos votos no mesmo nível que usaríamos para escolher um restaurante. Depois é digitado no computador. Isto poderá refletir na nossa ingenuidade, mas tínhamos a crença de que haveria uma tentativa de olhar para as coisas cientificamente.”

Em 1987, um “transtorno de personalidade autoderrotista”, foi votado como um rótulo provisório. Usado para descrever as pessoas “abnegadas”, especialmente mulheres, que supostamente escolhem carreiras ou relacionamentos que são susceptíveis de causar decepção, o “transtorno” encontrou tanto protesto das mulheres que posteriormente foi votado a estar fora do DSM–IV.

Lynne Rosewater, uma psicóloga que participou de uma audiência do DSM presidida por um dos principais arquitetos do manual, o psiquiatra Robert Spitzer, informou: “Eles estavam a ter uma discussão de um critério sobre o Transtorno da Personalidade Masoquista e a esposa de Bob Spitzer, (uma trabalhadora social e a única mulher nessa reunião ao lado de Spitzer no debate) diz: ‘Eu faço isso de vez em quando’ e ele diz: ‘Ok, tira da lista’. Você vê isso e diz: Espera um segundo, não temos o direito de criticá–los porque esta é uma ‘ciência’?”

A Dr. Margaret Hagen, psicóloga e autora de Whores of the Court: The Fraud of Psychiatric Testimony and the Rape of American Justice (Prostitutas do Tribunal: A Fraude do Testemunho Psiquiátrico e a Violação da Justiça Americana) é contundente sobre o verdadeiro motivo que está por detrás do sistema de votação do DSM: “Se você não pode chegar a um diagnóstico, não pode faturar.”

De acordo com os professores Herb Kutchins e Stuart A. Kirk, os autores do “Making Us Crazy” (Enlouquecer–nos): “Com demasiada frequência, a bíblia psiquiátrica tem nos feito de loucos, quando somos simplesmente humanos.” O “remédio amargo” é que o DSM tem “tentado medicalizar muitos problemas humanos.”

Kutchins e Kirk mais adiante dizem que as pessoas “podem chegar a sentir uma falsa comodidade baseando–se num manual psiquiátrico de diagnóstico que encoraja a crença na ilusão de que a dureza, a brutalidade e a dor na sua vida e na sua comunidade podem ser explicadas mediante uma etiqueta psiquiátrica e erradicar–se por meio de um comprimido. Certamente, há muitos problemas que todos temos e uma enorme quantidade de formas peculiares com que lutamos… para enfrentá–los. Mas poderia a vida ser diferente?”

Paul R. McHugh, professor de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, disse que por causa do DSM: “Pessoas incansáveis e impacientes são convencidas de que têm transtorno de déficit de atenção (ADD); pessoas ansiosas, alertas sofrem de stress pós–traumático (PTSD); pessoas teimosas, ordeiras e perfeccionistas sofrem com o transtorno obsessivo–compulsivo (TOC); pessoas tímidas, sensíveis, que manifestam transtorno de personalidade esquiva (APD), ou fobia social. Todos foram convencidos de que o que realmente importa sobre a sua individualidade são, pelo contrário, problemas médicos e que como tais devem ser resolvidos com drogas. E, o mais preocupante de tudo, onde quer que olhe, essas pessoas encontram psiquiatras dispostos, e até ansiosos, para acomodá–los. Com a sua paixão recente por remédios sintomáticos e de prescrição automática, a psiquiatria perdeu o seu caminho, não só intelectualmente, mas também espiritual e moralmente.”

Em junho de 2004, John Read, professor superior de psicologia na Universidade de Auckland, Nova Zelândia, escreveu: “Mais e mais problemas têm sido redefinidos como ‘distúrbios’ ou ‘doenças’, supostamente causadas por predisposição genética e desequilíbrios bioquímicos. Acontecimentos da vida são relegados a meros desencadeantes de uma bomba–relógio biológica subjacente. Sentir–se muito triste tornou–se ‘transtorno depressivo’. Preocupar–se demais é ‘transtorno de ansiedade’. Jogos de apostas, beber, comer ou consumo de drogas excessivo também são doenças. Assim como, comer, dormir, ou ter relações sexuais em pouca quantidade. Ser dolorosamente tímido tornou–se ‘transtorno de personalidade esquiva’. Bater nas pessoas é ‘transtorno explosivo intermitente’. O nosso Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais tem 886 páginas de tais doenças.

Fazer listas de comportamentos, assinalar as pessoas que se comportam assim com etiquetas que parecem médicas, e então usar a presença de ditos comportamentos para demonstrar que têm a doença em questão, carece de sentido científico. Não nos indica nada sobre as causas ou as soluções. O que faz, contudo, é criar um sentimento reconfortante de que algo médico está a acontecer.”

O DSM recebeu tão amplamente confiança no seio da sociedade que tomou a aura de verdade científica. Milhões de pessoas agora usam e acreditam nas suas capacidades de diagnóstico, jamais suspeitam que toda a premissa e o próprio sistema são fraudulentos. Essas pessoas correm o risco de fazer mudanças seriamente erradas, até mesmo fatais, nas suas próprias vidas ou nas vidas dos outros.
Este relatório preenche as lacunas muito grandes e deliberadas deixadas pela propaganda psiquiátrica sobre a sua reivindicação chave com fama de “científica”, o DSM.


Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente,
Comissão dos Cidadãos
para os Direitos Humanos Internacional

The New Era of The Lamb