Prejudicar a Juventude: Rastreios e Drogas Arruinam Mentes Jovens

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INTRODUÇÃO

O Abuso Ideológico das Crianças em Idade Escolar

No seu romance de 1932, Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley descreve uma sociedade “utópica”, mas totalitária, onde uma pessoa é insana e inclinada ao controlo. É uma civilização controlada, a utilizar, como Huxley afirmou, a “técnica da sugestão — através do condicionamento infantil e, mais tarde, com o auxílio de drogas.”

Em 1967, um grupo de proeminentes psiquiatras e médicos reuniram–se em Porto Rico para discutir os seus objectivos para o uso de drogas psicotrópicas no “homem normal”, no ano de 2000. O que poderia muito bem ser uma continuação do romance de Huxley — só que não era ficção — os seus planos incluiam a fabricação de “tóxicos” que criaria o mesmo apelo como álcool, marijuana, opiáceos e anfetaminas, produzindo “dissociação e euforia”. Drogas para “reforçar a capacidade de aprendizagem do indivíduo provavelmente alterariam o processo educacional total de forma que o tempo consumido [educação em qualquer assunto] fosse bastante reduzido e o âmbito ampliado para incluir também a ‘educação do caráter’.”

A reunião de Porto Rico concluiu: “as drogas psicotrópicas têm algo em comum com o novo pensamento utópico, ambas podem fornecer uma sensação de estabilidade e certeza, seja realista ou não.” O relatório da conferência dizia: “Aqueles de nós que trabalham nesta área veem um crescimento potencial para um quase controlo dos estados emocionais humanos, funcionamento mental e vontade de agir. Estes fenómenos humanos podem ser iniciados, parados ou eliminados pelo uso de várias substâncias químicas. O que podemos produzir com a nossa ciência agora vai afectar toda a sociedade.”

O grupo também previu que a “amplitude do consumo de drogas pode ser trivial quando se comparam os números possíveis de substâncias químicas que estarão disponíveis para o controlo seletivo de aspectos da vida do homem no ano 2000.” (Ênfase adicionada.) Hoje, com mais de 20 milhões de crianças no mundo inteiro a consumir drogas que alteram a mente e o uso quase exclusivo de programas baseados em psicologia em muitas escolas, O Admirável Mundo Novo de Huxley é uma realidade.


A realidade foi reforçada pelo lançamento nos Estados Unidos da Comissão de Liberdade sobre o Relatório de Saúde Mental, que recomendou que a todas as 52 milhões de crianças estado–unidenses que vão à escola lhes sejam aplicadas “rastreios” relacionados com “doenças mentais”, afirmando, sem ter provas, que a “identificação e avaliação antecipadas e as ligações com o tratamento” poderiam “impedir que piorassem os problemas de saúde mental”. O “tratamento”, em última instância, significa medicamentos — geralmente os mais caros que eficazmente criam a vida mental dos pacientes de saúde — para que possam ser cobradas do governo e das agências de seguros.

Questionários de triagem comportamental baseados no controlo já existem em muitos sistemas educativos. Perguntas invasivas como “Quão peludas você acha que são as partes íntimas dos seus pais?” ou se “Você ou alguém da sua família já foi estuprado ou molestado sexualmente” são comuns. O pessoal do programa recorre a dar “incentivos” (suborno), tais como oferta de vales no valor de 5 dólares, brindes de aluguer de vídeo ou “vale–refeição” para os alunos para garantir o retorno dos formulários de consentimento dos pais para o rastreio a ser realizado. A maioria dos pais não estão cientes de que o seu filho está a ser avaliado. As escolas são aconselhadas a contratar licenciados “médicos” que tem “seguros de práticas irregulares”.

Em resposta ao rastreio psiquiátrica global, Vera Sharav da Alliance for Human Research Protection (AHRP sigla em inglês que significa Aliança para Pesquisa de Proteção Humana) declarou: “Esta iniciativa é uma invasão de privacidade radical duvidosa, sem deixar espaço para a escolha individual ou a liberdade para que os pais digam não às drogas psicotrópicas para os seus filhos. Tais programas de rastreio obrigatório, endossados pelo governo contrariam as liberdades garantidas numa sociedade democrática.”


Crianças no mundo inteiro estão sob ataque extremamente perigoso. Hoje, pais e professores também são enganados em nome da saúde mental e melhor educação. Os resultados são devastadores:
  • Só nos EUA, 1,5 milhões de crianças e adolescentes que tomam antidepressivos correm o risco dos efeitos colaterais conhecidos de violência e suicídio induzidos pelas drogas.
  • Os padrões de realização da Educação caíram como resultado de programas de educação baseada na psicologia.
  • Desde 1960 o índice de crimes violentos por menores de 18 anos de idade nos Estados Unidos aumentaram mais de 147%; e infracções ocasionadas pelo consumo de drogas para mais de 2900%.
  • Os índices de crimes violentos em toda a União Europeia, Austrália e Canadá começaram a igualar e superar os dos Estados Unidos.
Estamos comprometidos com a ideia de que é através do legado das nossas crianças que as sociedades vão sobreviver ou não. Este relatório é escrito para esclarecer aos pais que trabalham sincera e diligentemente, na esperança de garantir aos seus filhos uma educação melhor e uma maior esperança de sucesso na vida. É dedicado aos professores que trabalham também pelo amor às crianças e ao seu bem–estar. Na verdade, isto é para quem instintivamente entende que não só as crianças precisam de amor e proteção, e que são preciosas em todos os momentos, mas também que elas representam hoje uma nova vida e, principalmente, uma nova vida amanhã.

A informação não é fácil, nem de leitura confortável, mas por favor persista, porque em última análise, a mais dura realidade que terá de enfrentar é que as crianças precisam urgentemente da nossa ajuda e proteção. Sem isso, o futuro para todos e cada um de nós está em sério risco. Pedimos a sua ajuda nesta causa.
Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente,
Comissão dos Cidadãos
para os Direitos Humanos Internacional

Prejudicar os Artistas: Psiquiatria Arruina a Criatividade

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Uma mensagem aos artistas

Cada sociedade tem as suas grandes mentes criativas — os seus verdadeiros artistas. Da Grécia Antiga e Roma, através da Renascença ao mundo de hoje, a Humanidade tem reverenciado homens e mulheres de habilidade artística excepcional.

Como o renomeado escritor estado–unidense Henry James disse certa vez: “A arte faz a vida”. As suas palavras não são menos verdade hoje, pois na verdade, os artistas são as pessoas que sonham com o futuro e criam as realidades do amanhã. É verdade, assim como os engenheiros, empresários e visionários em outros campos, mas de uma maneira geral os futuros que criam giram em torno do nosso bem–estar material. É o artista que eleva o espírito, que nos faz rir e chorar e podem mesmo configurar o futuro espiritual da nossa cultura. São os artistas que fazem a vida.


Infelizmente, em muitos casos, eles são os elementos valiosos que perdemos muito cedo — perdas que nos deixaram pobres. Nas últimas décadas todos lamentámos a morte prematura de grandes artistas que enriqueceram as nossas vidas, mas antes que fossem embora, o seu trabalho foi feito. Luminares da literatura, da tela, do teatro e dos concertos, nomes como Ernest Hemingway, o grande escritor francês Antonin Artaud, a cantora de jazz Billie Holiday, Judy Garland, Marilyn Monroe, Vivien Leigh, Kurt Cobain, Michael Hutchence, Phil Hartman e muitos, muitos mais.


Mesmo em face a esta lista parcial, seria mais fácil ter a impressão de que a vida dos artistas é inevitavelmente tumultuada e que, para alguns, as pressões do sucesso trazem exigências grandes demais para serem suportadas. Também seria fácil acreditar que para ser um artista de sucesso é preciso ser neurótico ou algum tipo de figura trágica.
Nada disto é verdade.

Em cada um dos casos acima, influências ocultas trabalharam para garantir o resultado fatal. A verdade é que a cada um desses grandes artistas e muitos outros que nos deixaram a “ajuda” foi oferecida. Em vez disso eles foram traídos e colocados num caminho que garantiu a sua destruição.
Esta traição veio através da influência direta ou indireta de psiquiatras ou psicólogos, que alegaram que iriam ajudar, mas eram, de facto, uma influência destrutiva que deixou estes artistas terrivelmente prejudicados ou mortos, após as suas bases de força e certeza terem sido arrancadas.


Hoje há uma urgência adicionada para que esta mensagem seja ouvida e entendida, pois o ataque a artistas de todos os géneros só tem aumentado tanto em volume como em eficiência. As armas agora incluem uma variedade de drogas mortais que se disfarçam de curas terapêuticas, como fez uma vez a lobotomia pré–frontal. Em Hollywood, a meca da indústria do entretenimento, essas drogas psicotrópicas viciantes alteradoras da mente exigem um demasiado alto custo nas vidas criativas.
Para além da devastação sendo espalhada dentro das fileiras dos próprios artistas, não devemos esquecer: Os artistas criam o futuro da nossa cultura.

Será este o futuro que enfrentamos? Um em que iremos seguir estes líderes de opinião pública no admirável mundo novo terapêutico de personalidades criativas decadentes, famílias arruinadas, vidas perdidas e de autodestruição?

Se isso parece alarmista, então, reveja os valores abaixo — eles mostram o que o futuro reserva a menos que algumas mudanças drásticas sejam tomadas rapidamente: Atualmente, a mais de 20 milhões de crianças ao redor do mundo são prescritos medicamentos psiquiátricos alteradores da mente, incluindo antidepressivos que tanto as agências reguladoras de medicamentos do Reino Unido quanto as dos Estados Unidos advertiram poder causar suicídio e comportamento violento. De facto, o aumento da incidência de tiroteios em escolas e crimes violentos entre adolescentes podem ser atribuídos à proliferação das drogas que lhes estão a ser prescritas. A milhões também são prescritos estimulantes que são mais potentes do que a cocaína.

Entre esses milhões, considere como muitos artistas potencialmente grandes nunca vão cumprir o seu destino? E como a nossa cultura irá sofrer com a sua ausência?
Temos lamentado os grandes artistas que temos perdido de maneira muito precoce. Não vamos chorar por mais.

A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional prepara informações e estudos atuais que auxiliam os autores e roteiristas com material e factos sobre o tema da psiquiatria. Isso inclui o livro, Shadowland, a história da atriz Frances Farmer, provas irrefutáveis apresentadas no “60 Minutos” na Austrália, o que levou a premiação nacional de televisão para o programa, e estudos de caso de documentários exibidos no Canal 4 do Reino Unido, na Alemanha, Itália e em outros países. Na verdade, a sede internacional da CCHR está no centro de Hollywood na Sunset Boulevard e abriga um museu moderno permanente, Psiquiatria: Uma Indústria de Morte, com 14 documentários únicos sobre os diversos aspectos da psiquiatria, que vão desde a sua história obscura do seu papel no Holocausto; de limpeza étnica detestável e programas de apartheid e do racismo até aos efeitos nocivos e muitas vezes fatais dos seus tratamentos, tais como drogas psicotrópicas perigosas e viciantes, o electrochoque, a psicocirurgia e estimulantes usados para drogar crianças.

O Museu e as décadas de pesquisa do CCHR são recursos para os roteiristas de televisão e cinema, dramaturgos e romancistas. Nós pedimos que você trabalhe connosco para continuar a divulgar esta informação e proteger os artistas que precisam de ajuda, garantindo que o nosso futuro não seja traído.

Sinceramente,

Jan Eastgate, Presidente,
Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

Bruce Wiseman — Presidente
da CCHR nos Estados Unidos

Anne Archer — Atriz
David Campbell — Compositor,
arranjador de gravação

Raven Kane Campbell — Cantor, compositor,
dramaturgo

Nancy Cartwright — Atriz, autora
Chick Corea — compositor de Jazz, pianista
Isaac Hayes — Compositor, músico,
ator

Geoffrey Lewis — Ator
Juliette Lewis — Atriz
John Novello — Compositor, músico
David Pomeranz — Cantor, compositor
Harriet Schock — compositora,
artista de gravação

Erosão da Justiça: Corrupção da Lei pela Psiquiatria

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INTRODUÇÃO

Este relatório é uma análise detalhada do ataque feroz ao sistema de justiça que tem ocorrido ao longo das últimas sete décadas, e não apenas por criminosos. Há uma influência oculta nos nossos tribunais, a qual, embora afirmando a sua alta competência e vontade de ajudar, em vez disso, traíram os nossos valores mais profundamente arraigados, e trouxe–nos uma população carcerária em expansão com custos públicos crescentes. Essa influência é a psiquiatria e a psicologia.

O eminente Thomas Szasz, professor emérito de psiquiatria na Universidade Estadual de Nova Iorque, Syracuse, comenta que hoje: “o fenómeno dos psiquiatras examinarem as pessoas para determinar se são ou não responsáveis é uma característica comum de nossa paisagem social.” Ao mesmo tempo ele reconhece que “a psiquiatria é provavelmente a única força mais destrutiva que tem afectado a sociedade nos últimos 60 anos.”

Chocante? Não há dúvida. Mas também é bem–fundamentado e perspicaz. O Dr. Szasz é um autor internacionalmente aclamado de mais de trinta livros. Ele tem tanto a experiência como a autoridade para declarar que a profissão psiquiátrica tem vindo a minar os alicerces da nossa cultura de responsabilidade individual, os padrões de realizações pessoais, de educação e de justiça. O mais importante, diz ele, é que “... os psiquiatras têm sido amplamente responsáveis pela criação dos problemas que têm aparentemente tentado resolver”.

Desde 1965, os índices de crimes violentos para os menores de 18 anos de idade aumentou nos EUA em mais de 147%, e no caso de infracções ocasionadas pelo consumo de drogas, para mais de 597%. Os índices de crimes violentos em toda a União Europeia, Austrália e Canadá têm começado recentemente a igualar e até mesmo superar os dos Estados Unidos. Desde 1970, a criminalidade também cresceu 97% em França, 145% em Inglaterra, e 410% em Espanha. No Reino Unido o índice de crimes violentos subiu 545% desde 1985. A Suécia já tem um índice de 20% de vítimas de crimes mais elevados do que os Estados Unidos. E um estudo de sete prisões russas descobriu que 43% dos presos tinham injectado drogas. Destes, mais de 13% começaram na prisão.


A reabilitação de criminosos é um sonho há muito esquecido. Nós construímos mais prisões e aprovamos leis ainda mais duras, na crença de que estas possam atuar como um impedimento. Enquanto isso, pessoas honestas estão a perder a fé na justiça já que elas veem criminosos vis a evitar a condenação por meio do uso de táticas de defesa estranhas e incompreensíveis.
Na década de 40, os líderes da psiquiatria proclamaram a sua intenção de se infiltrarem no campo do direito e trazer a “reinterpretação e, eventualmente, a erradicação do conceito de certo e errado”.
A regra de direito e um sistema de administração legal que seja justo e funcional diferencia democracias esclarecidas de estados totalitários. Os cidadãos têm o direito de confiar no sistema para a sua paz e segurança.

Num olhar retrospectivo, a declaração eufórica do psiquiatra Karl Menninger de que uma decisão de 1954 pelo Tribunal Federal de Apelações de Washington, DC foi “mais revolucionária no seu efeito total” que a decisão do Supremo Tribunal tem agora uma qualidade profética sobre o fim da segregação dos afro–americanos dos brancos. Ele estava a referir–se à decisão que considerou que uma pessoa mentalmente deficiente não é criminalmente responsável pelos atos ilícitos.

A decisão provocou um aumento imediato no testemunho em tribunal de casos psiquiátricos nos Estados Unidos e espalhou–se rapidamente em todo o mundo. O impacto cumulativo desta tendência na justiça desde então ocupou os juristas, criminologistas e especialistas em políticas públicas em todo o mundo. O consenso é que o “efeito total revolucionário” tem sido uma enorme erosão da confiança do público na capacidade do sistema de justiça medir a justiça de maneira célere e equitativa.

Menninger tinha motivos para se alegrar. A decisão foi tomada em menos de uma década após os psiquiatras principais do dia — Menninger sendo um deles — terem a intenção de infiltrar–se na profissão legal como parte do seu plano estratégico para uma psiquiatria mundial. G. Brock Chisholm, que, com John Rawlings Rees, foi cofundador da Federação Mundial para Saúde Mental (WFMH), disse abertamente aos seus colegas no momento: “Se a corrida é para ficar livre do peso debilitante do bem e do mal, então os psiquiatras devem assumir a responsabilidade original.”
Reagindo à declaração de Chisholm, Samuel Hamilton, assessor do Serviço de Saúde Pública e Presidente eleito da Associação Psiquiátrica Americana (APA), equiparou–o com um “antigo profeta” a apresentar a “ ‘Nova Jerusalém’ em que todos nós devemos viver”.

Rees foi desavergonhadamente contundente quando declarou: “As vidas públicas, políticas e industriais deveriam estar todas elas dentro da esfera de influência da Psiquiatria. Caso nos infiltremos nas atividades profissionais e sociais de outras pessoas, penso que devemos imitar os totalitaristas e organizar algum tipo de atividade de quinta coluna! Sejamos todos, então, secretamente ‘quinto columistas’.” Rees considera que os campos do direito e da medicina foram os dois “mais difíceis” de “atacar”.

E atacaram realmente, com a consequência de que, hoje, por causa da sua influência, o sistema está a falhar. Agora cabe às pessoas conscientes, trabalhadoras e sem piedade dentro do sistema perceberem isso e livrar–se dos invasores destrutivos.


Neste relatório, nós esperamos ajudá–lo a compreender como isso ocorreu. Mostramos como as ideologias e ações da psiquiatria têm contribuído ao fracasso da reabilitação e aumento do índice de criminalidade.

Finalmente, propomos inverter estas tendências. Nós confiamos que a informação vai ajudar aquelas pessoas de boa vontade e integridade a corrigir um sistema que está a falhar com a sua cidadania. A grande maioria de nós digna, produtiva, não merece menos.
Sinceramente,


Jan Eastgate
Presidente, Comissão
dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional.

Jeremy Lin, o calouro mais bem sucedido na historia da NBA a nova sensação da NBA

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Parece que 2012 mal começou e já foi pródigo em fenômenos religiosos no esporte norteamericano. 





Depois da Tebowmania, provocada pelo jogador de futebol americano Tim Tebow, agora é a hora e a vez de Jeremy Lin, armador do time do New York Knicks, que disputa a badalada NBA, a maior e melhor liga de basquete do mundo. Lin, como a foto (ao lado de Kobe Bryant) e o nome sugerem, é de ascendência chinesa, embora tenha nascido em Los Angeles, California, em 1988. 

Seus pais são originários de Taiwan e chegaram nos Estados Unidos na metade da década de 1970. Até duas semanas atrás, Jeremy Lin era um completo desconhecido. Digamos que era o reserva do reserva do armador titular do time. Afinal, com "apenas" 1,90m de altura (baixo para os padrões da NBA), formado em Economia em Harvard (em 2010) e uma atuação apagada nas equipes anteriores pelas quais atuou (Golden State Warriors na NBA, mais uma na Alemanha e outra na China), ninguém realmente esperava nada excepcional vindo da parte dele nas quadras. O Knicks, time que já foi o orgulho de Nova York, andava mal das pernas nos últimos anos e especialmente neste campeonato atual, e com a ausência de vários jogadores, o treinador Mike D'Antoni não teve outra alternativa senão por Lin para jogar. Detalhe: se não tivesse essa chance, Lin seria liberado pelo Knicks para procurar outro time no último dia 10. O que aconteceu depois disso foi algo nunca visto antes na NBA. 

Lin começou a fazer uma cesta atrás da outra, jogando espetacularmente e o Knicks não perdeu mais nenhuma partida desde então, o que fez do jogador asiático-americano se tornar o calouro mais bem-sucedido da história da NBA e a nova sensação do esporte no país. O fenômeno tomou proporções tais que já está sendo chamado de "Linsanity" ("L-insanidade"), principalmente depois da cesta no último segundo na partida contra o Toronto Raptors no dia 14 de fevereio (primeiro vídeo abaixo). 

O que pouca gente sabe, entretanto, é que Jeremy Lin, assim como Tim Tebow, é cristão devotado à Cristo, como sempre o testemunha, e faz questão de se mostrar como tal, agradecendo ao Senhor e Salvador Jesus Cristo pelo sucesso (segundo vídeo abaixo). 

Ele foi criado numa igreja evangélica, fez parte de uma comunidade cristã na Universidade de Harvard, não esconde de ninguém que quer ser pastor um dia e nunca negou sua fé. Na entrevista do terceiro vídeo abaixo, feita em março de 2010, ele disse que o seu maior sonho era jogar numa equipe de ponta na NBA, e que quando ficasse famoso, aproveitaria a oportunidade para falar de sua fé e pregar a palavra de Deus a todos, além de participar de serviços comunitários e escrever uma autobiografia em que o cristianismo será o foco. Por alguma razão "misteriosa", parece que esse dia chegou para Jeremy Lin, e de maneira surpreendente. Em menos de 15 dias ele ganhou um destaque inimaginável para um calouro, como nunca tinha acontecido na NBA. Queira Deus que continue brilhando nas quadras e não se esqueça jamais do seu testemunho cristão. 




 1. VIDEO

Linsanity" ("L-insanidade" ou  ''Lin o Insano'')






 2. VIDEO

                               "My Identity Is In Christ, Not In Basketball" -Jeremy Lin

                               ''Minha identidade está em Cristo e não no Basketetball''






                              Desculpe! Por força maior (ABC) não podemos transmiti-lo tal video.













Esquizofrenia — “Doença” Lucrativa da Psiquiatria

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INTRODUÇÃO

A vida pode ser um verdadeiro desafio. Ela pode ficar mesmo muito difícil. Uma família que se depara com um membro seriamente perturbado e irracional pode tornar–se desesperada nas suas tentativas para resolver a crise.
Para quem se podem dirigir quando isso acontece?
De acordo com os psiquiatras, deve consultá–los como especialistas em saúde mental. Mas isso é um engano, como muitos já descobriram.

A Dra. Megan Shields, uma médica de família que pratica há mais de 25 anos, e um membro do Conselho Consultivo da Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos, alerta: “Os psiquiatras não sabem nada sobre a mente, tratam o indivíduo como nada mais que um órgão na cabeça (o cérebro) e têm o mesmo interesse na espiritualidade, medicina padrão e cura, quanto um carrasco tem de salvar vidas.”



No filme, Uma Mente Brilhante, o vemcedor do Prémio Nobel John Nash é retratado como confiar em drogas da mais recente descoberta da psiquiatria para evitar uma recaída da sua esquizofrenia”. Esta é a ficção de Hollywood, porém, como o próprio Nash retrata a sua resistência no filme em tomar os “novos medicamentos”. Na época da sua concessão do Prémio Nobel, Nash não tinha tomado nenhuma droga psiquiátrica durante 24 anos e tinha se recuperado naturalmente do seu estado perturbado.


Isto não é sugerir que alguém a tomar drogas psicotrópicas prescritas, deve dispensá–las imediatamente. Devido aos seus efeitos colaterais perigosos, ninguém deve parar de tomar qualquer medicamento psiquiátrico sem o conselho e a assistência de um médico, não psiquiatras, competente.
Queremos ressaltar, no entanto, que existem soluções para perturbações mentais graves que evitam os riscos e as graves falhas inerentes à psiquiatria.

Qualquer psiquiatra ou psicólogo que afirma que “sérias doenças mentais” não são diferentes de um problema cardíaco, gangrena da perna ou um resfriado comum, trata–se de um engano.
Como o Dr. Thomas Szasz, professor emérito de psiquiatria na Universidade Estadual de Nova Iorque, Syracuse, afirma: “Se formos considerar a doença mental como doença física, deveríamos ter evidência bioquímica ou patológica.” E se uma “doença” deve ser “cientificamente significativa, deve de alguma forma ser capaz de ser abordada, medida ou testada de forma científica, através de um exame de sangue ou um eletroencefalógrafo (gravação da atividade eléctrica do cérebro). Se ele não pode ser medido — tal como é o caso com as ‘doenças mentais’ — então a palavra ‘doença’ é, na melhor das hipóteses, uma metáfora, e na pior um mito, e que portanto, ‘tratar’ estas ‘doenças’ é igualmente um empreendimento científico.”



Na prática, há provas abundantes de que a doença física real, com patologia real, pode afectar seriamente o estado mental de um indivíduo e o seu comportamento. A psiquiatria ignora completamente esse peso das provas científicas, preferindo atribuir toda a culpa a doenças e supostos “desequilíbrios químicos” no cérebro dos quais nunca se provou a existência, e os limites de toda a prática de tratamentos brutais que não têm feito outra coisa, senão danificar permanentemente o cérebro e o indivíduo.


Ao não saber nada sobre a mente, o cérebro ou sobre as causas de perturbação mental grave, a psiquiatria ainda queima o cérebro com electrochoque, retalha–o com a psicocirurgia e mata–o com drogas perigosas. Completamente ignorantes de com o que eles estão a lidar, simplesmente preferem a abordagem rápida de “jogar uma granada de mão num painel de comando para o corrigir.” Soa e parece impressionante, mas no processo destrói uma grande parte que é boa, não cura nada, mas os custos de milhares de milhões de dólares dos contribuintes por cada ano.

Ao destruir partes do cérebro, a pessoa é mais tratável, mas menos viva. O distúrbio mental original permanece no local, apenas suprimido. Esta é a psiquiatria em ação no tratamento de indivíduos perturbados.

As informações contidas neste relatório é um alerta para quem pode estar a enfrentar sérias dificuldades na vida, ou sabe de alguém que está, e que está à procura de respostas.
Existem alternativas para o tratamento psiquiátrico. Procure e apoie–os para que possam reparar e construir. Eles também funcionam. Evite a psiquiatria, pois só dilacera e destrói. E nunca funciona.


Sinceramente,

Jan Eastgate
Presidente,
Comissão dos Cidadãos
para os Direitos Humanos Internacional

The New Era of The Lamb