Por: Ângelo dos Anjos.
Há muito tempo que eu deveria expor isso. Contudo esperava eu o tempo luz para comunicar a nossa verídica posição em relação a essa temática conflituosa por excelência devido aos interesses englobados nela.
Para um profissional da área, ou amigos e familiares destes e até um político que tenha tendeciosamente algum vínculo com a psiquiatria, pode parecer que estamos em pé de guerra contra a própria instituição e destruindo a própria profissão psiquiátrica.
Aos incautos ou aqueles que de uma forma directa ou indirectamente viram as suas vidas envolvidas com um caso envolvente á margem da profissão mencionada e que não possuem uma clareza a respeito do assunto á nível global, sim, para tais, nós somos como aqueles que vem roubar a sua paz, mesmo que ilusória e momentânea, contudo para ele, o melhor dele é o que ele tem carregado há anos.
Queremos declarar aqui, que a nossa pretensão não alarmar a população em mero uma guerra, está é uma visão distorcida do que realmente o que emana na nossa alma. Em todo nosso labor, não pretendemos ser uma ameaça constante aos indivíduos mencionados acima, nem tão pouco usurpar algum estado de alguém, a nossa motivação é de cunho judicial e filantrópico, queremos juntos com o nosso parceiro a CCDHI, fomentar em cada sociedade sobre a terrível realidade que se tem corróido e dizimado de forma sub-tendida gerações e em especial a nossa sociedade, alertando sofre as farsas e as medidas perigosas que se tem posto em acção á décadas pelos homens que sem escrúpulos e sanidade para que nós fossemos uma mera pedra de mais um jogo sujo em busca do preenchimento da fome pelo poder e pela glória decadente efémera.
Dados outorgados pela CCDHI falam por si, é só averiguarmos-los imparcialmente conforme está implícito nas imagens e explanações que se seguem:
1.
“Nós não sabemos as causas [de qualquer doença
mental]. Ainda não temos forma de ‘curar’ estas doenças.” — Dr. Rex Cowdry,
psiquiatra e diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH), 1995
2.
“A época em que os psiquiatras consideraram que
poderiam curar os doentes mentais já era. No futuro as pessoas mentalmente
doentes terão de viver com a sua doença.” — Normam Satorius, presidente da
Associação Psiquiátrica Mundial em 1994
3.
“O que é uma cura?... é só que isso é um termo
que não usamos na profissão médica [psiquiátrica].” — Dr. Joseph Johnson,
psiquiatra da Califórnia durante um depoimento em tribunal, 2003
4.
Os psiquiatras foram questionados sobre as suas
“fantasias” acerca da sua prática. A fantasia número 1 era: 1: “... eu vou ser
capaz de ‘curar’ o paciente.” A fantasia número 2 era: “O paciente quer saber
qual é o seu problema.” — Dr. Sander Berger, professor clínico associado de
psiquiatria na Universidade Estatal de Michigan, Psychiatric Times, 1998
Sublinho que, todos essas informações estão disponíveis ao público em geral no site da para todos aqueles que desejam demonstrar ao mundo o amor não fingido, revestido somente pela aparência religiosa e moral, e no entanto quanto ao conteúdo é vazio e cheio de peçonha mortal, pensando que a piedade é mais um meio egocêntrico de atingirmos as nossas fétidas ambições egoístas.
Aquele que diz que, é em nome do verdaeiro amor que emrega toda a sua energia e habilidade, deve demostrar não meramente em palavras, porém de facto e de verdade.
Se existe u temo em que a humanidade almejou desesperadamente encontrar com a pura liberdade, eis a nossa porta, porém, o que vindes realizar em razão do clamor dos injustiçados e usados como cobaias nas mãos dos senhores endeusados como sábios e iluminados? A nossa resposta é a nossa franca posição de que lado escolhemos lutar, e com quais armas optamos utilizar na batalha do amor.




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